15 de out de 2011

desatar-me.


Debrucei-me sob o sol,esperando que seus raios reluzissem em minhas pálpebras.
Os clarões cintilavam na memória as lembranças que adormeciam despercebidas.
Olhei para o céu esperando que invadisse-me por inteira,enquanto cantava entredentes uma canção longínqua.
O bule gritava mais alto que meus pensamentos,e acordei desse delírio.
Quanto tempo estive perdida,tresloucada nesse amor voraz.

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